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A História dos Cosméticos

Há relatos do uso de cosméticos há pelo menos 30.000 anos. Uma vez que os homens da pré-história faziam gravações em rochas e cavernas, também pintavam seus corpos e se tatuavam.
Rituais tribais e cerimônias religiosas também utilizavam decoração no corpo, bem como unguentos e resina de perfumes agradavéis.
Cleópatra banhava-se com leite de cabra para manter a pele suave e macia, incorporando os símbolos da beleza. Nefertiti foi uma rainha considerada o símbolo da beleza infinita, que também recorria as aos "cosméticos" daquela época.
No início do século XX, Helena Rubinstein ainda jovem, chegou à Austrália com frascos contendo cremes, os quais eram receitas de família. As mulheres daquele país sofriam com os efeitos do calor e clima seco.
Helena Rubinstein abriu o primeiro Salão de Beleza do mundo. Mais tarde foi para os EUA, onde impulsionou o desenvolvimento da indústria da beleza.                                                
A principal concorrente de Helena Rubinstein neste campo foi Florence Nightingale Grahan, mais conhecida como Elizabeth Arden. Ambas foram desafiadas por Charles Revlon, que estabeleceu sua empresa, Revlon, com um produto inicialmente o verniz de unha, posteriormente vindo a se chamar esmalte de unha.
Max Factor começou com maquiagem para teatro.
David Mc Connell vendia livros de porta em porta presenteando com pequenas amostras de perfumes cada venda. Ele rapidamente percebeu que seus clientes estavam mais interessados nos perfumes do que nos livros, deste pequeno começo surgiu a Avon.
No Brasil, na segunda metade do século, uma nova empresa surgia em São Paulo, onde 2 jovens talentosos desenvolviam produtos de beleza e ensinavam a forma correta de utilização, nascia ali a Natura Cosméticos.
Em Curitiba, Paraná, um farmacêutico em sua botica manipulava formas galênicas e perfumes, e em pouco tempo despontou para a indústria cosmética, transformando-se em o Boticário.


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